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Terça-feira, Maio 01, 2007
Abrigo-me no silêncio
O obscuro medo que carrego em mim, é o saldo das noites
vazia procurando portas em vão.Não consigo mais dormir sem
a sombra da beleza efêmera de minha dama,tão formosa e tão alva
como o lácteo sabor da vida.
Ainda quando acordado fecho os olhos, vejo-me enfrentando tormentas
vis e mesquinhas.O bem é tênue e a tranquilidade espedaça-se vez ou outra.
O verbo nunca repousa...
primusianos@yahoo.com.br
posted by ANTONIO PRIMUS 10:55 PM
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